Envelopamento automotivo é uma camada aplicada sobre a lataria original. Dá para mudar tudo, só o teto, só as rodas ou só os detalhes. E, quando bem feito, dá para voltar atrás.
Falar no WhatsAppPintar um carro é decisão sem volta. O envelopamento é o contrário: a pintura original continua ali embaixo, preservada, e o visual pode voltar ao que era.
Isso muda o tipo de escolha que você pode fazer. Dá para experimentar uma cor que você não teria coragem de pintar, e dá para desfazer se cansar. Para quem pensa em revender, é a diferença entre entregar o carro na cor de fábrica ou explicar por que ele foi repintado.
Três coisas: a qualidade do vinil, o cuidado no acabamento das bordas e onde o carro passa a maior parte do tempo. Vinil barato e borda mal fechada aparecem em poucos meses, geralmente descolando em quina de porta e maçaneta. É onde a diferença entre um trabalho e outro fica visível.
A maior parte dos carros que passam por aqui não faz envelopamento completo. Faz um detalhe que muda bastante.
Teto em preto acetinado ou Black Piano, muitas vezes junto com colunas e retrovisores. É o serviço que mais muda a cara do carro por menos trabalho.
Teto, colunas e aerofólio no mesmo acabamento, criando o efeito de teto solto da carroceria.
Costuma acompanhar o teto para o conjunto ficar coerente. Sozinho também funciona em carro de cor clara.
Muda a cor das rodas sem pintar e sem processo químico. Reversível, ao contrário da pintura.
Elimina visualmente os frisos cromados. Deixa o carro mais discreto e atual, e é dos serviços mais pedidos em SUV.
Carro inteiro em outra cor. Exige planejamento de cor, acabamento e detalhes, e é conversado com calma antes.
O acabamento muda mais a percepção do carro que a cor em si.
Cor em amostra pequena engana. O mesmo vinil parece diferente numa amostra de dez centímetros e no capô inteiro. Por isso, em projeto completo, a gente conversa bastante sobre referência antes de começar.
Trabalhos reais, com o acabamento aplicado em cada um.
Aplicado sobre pintura original em bom estado e removido por quem sabe, não. O risco existe em pintura repintada ou já comprometida, e é por isso que o carro é avaliado antes.
Depende do vinil escolhido, do acabamento e de onde o carro passa a maior parte do tempo. Carro de garagem mantém o resultado por muito mais tempo que carro parado na rua.
Dá. A remoção é parte do serviço e feita com cuidado para a pintura sair como estava. É justamente a reversibilidade que faz muita gente escolher envelopamento em vez de pintura.
Pode, e é o pedido mais comum da loja. Teto, ou teto com colunas e retrovisores, muda bastante o visual sem mexer no resto.
É uma dúvida frequente e a orientação a gente passa no atendimento, porque depende do tipo de projeto e de quanto do carro muda.
Protege do desgaste do dia a dia, mas não é feito para isso. Se o objetivo é proteção contra pedra e risco, o serviço certo é PPF.
Pode, evitando jato de pressão muito próximo das bordas, que é onde o vinil pode começar a soltar.
Fazemos, em tanque, carenagem e detalhes. O orçamento sai conforme o modelo e o quanto do conjunto entra no projeto.
Pode ser só o teto ou o carro inteiro. A gente conversa sobre cor, acabamento e o que faz sentido no seu caso.
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